Adriana Carranca é jornalista. Escreve principalmente sobre conflitos, tolerância religiosa e direitos humanos, com olhar especial sobre a condição das mulheres. É colunista dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo e repórter, além de colaborar com publicações internacionais. Suas reportagens foram publicadas por revistas como a americana Foreign Policy e a edição francesa da Slate, entre outras. Esteve na Síria e Iraque, para reportagem especial sobre a guerra e a crise dos refugiados. Antes disso, cobriu extensamente a guerra no Afeganistão e Paquistão, onde estava quando o líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, foi morto em uma operação dos EUA. Mergulhou no universo de países muçulmanos como Irã, Egito e Indonésia e nos territórios palestinos para reportagens especiais. Acompanhou de perto alguns dos conflitos mais sangrentos da África, como as guerras na República Democrática do Congo, Sudão do Sul e Uganda.
Foi correspondente na ONU, em Nova York. Em 2012, passou temporada como pesquisadora convidada do Instituto Reuters para Estudos do Jornalismo, na Universidade de Oxford. No ano seguinte, integrou o Projeto de Jornalismo Internacional, da Universidade Johns Hopkins, de Washington. Tem três livros-reportagens publicados: O Irã sob o chador (Ed. Globo), finalista do prêmio Jabuti; O Afeganistão depois do Talibã (Civilização Brasileira); e o infantil Malala, a menina que queria ir para a escola (Companhia das Letrinhas). É formada em jornalismo e tem mestrado em Políticas Sociais e Desenvolvimento pela London School of Economics (LSE), como bolsista Chevening.
Adriana também tem trabalhos nas áreas de fotografia e documentário. Co-dirigiu E Se For Menina?, filme-documentário sobre adolescentes envolvidas com o crime em São Paulo, personagens que acompanhou por sete anos. Sua exposição fotográfica “Outono em Cabul” circulou pelo Brasil. Uma das imagens foi escolhida pela ONU para integrar a campanha Humanizing Development.
Recebeu o Prêmio Esso, menção honrosa com a série de reportagem “Guerras da África”; o Prêmio Líbero Badaró, na categoria reportagem internacional, com “Sudão do Sul: a guerra esquecida”; novamente o Prêmio Líbero Badaró, grande prêmio, com a série “Coletânea da guerra no Afeganistão” e sete edições do prêmio Estado de Jornalismo.
Fonte: http://www.adrianacarranca.com/contato.html

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