"Sua tristeza é a minha tristeza, sua dor é a minha dor." -Pagina 42
"Nossas esperanças e a paz foram magoadas." -Pagina 51
"Uma escola não é lugar de armas." -Pagina 60
domingo, 27 de novembro de 2016
NOTICIAS MALALA
“Eu estou aqui para falar com minhas irmãs da Somália não são ouvidas e que lutam para ter acesso à educação”, declarou.
O porta-voz de Malala, Taylor Royle, disse à AP que desde o ano passado, Malala tem estado em contacto via Skype com um grupo de meninas em Dadaab, que fica perto da fronteira com a Somália, e estava curiosa para conhecê-las.
Mais de 30 mil refugiados, principalmente somalis, estão neste campo que sofre pressão para ser fechado. O governo disse que, por uma questão de segurança, ele deve ser fechado em 2017, deixando os refugiados em uma situação de muito mais incerteza.
Ataque talibã
A jovem ficou conhecida no mundo todo após ser baleada na cabeça por talibãs aos 15 anos, quando saía da escola no Vale de Swat, em 9 de outubro, em 2012. Ela foi atingida em um ônibus escolar.
A jovem ficou conhecida no mundo todo após ser baleada na cabeça por talibãs aos 15 anos, quando saía da escola no Vale de Swat, em 9 de outubro, em 2012. Ela foi atingida em um ônibus escolar.
Seu crime foi se destacar entre as mulheres e lutar pela educação das meninas e adolescentes no Paquistão – um país dominado pelos talibãs, quEsão contrários à educação das mulheres.
Malala se tornou em 2014 a mais jovem ganhadora do Nobel por sua luta pelo acesso de crianças e jovens à educação
Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/07/malala-faz-discurso-em-campo-de-refugiados-no-dia-do-seu-aniversario.html
Malala se tornou em 2014 a mais jovem ganhadora do Nobel por sua luta pelo acesso de crianças e jovens à educação
Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/07/malala-faz-discurso-em-campo-de-refugiados-no-dia-do-seu-aniversario.html
ASSUNTOS DISCUTIDOS NO LIVRO
No livro "Malala, A menina que queria ir pra escola" um dos principais assuntos discutidos é que para muitas meninas ainda não é permitido estudar e Malala "venceu" essa barreira lutando pelo seu direito. Os conflitos, que existiam no Paquistão, também são mencionados. Muitas pessoas inocentes morriam, inclusive foi durante a guerra que as meninas do vale Swat foram proibidas de estudar.
PORQUE MALALA SE TORNOU FAMOSA
Malala era uma menina que tinha o desejo de poder estudar, porém ela não podia, pois isso era proibido no seu país. Mesmo sendo perseguida ela não desistiu de sua luta. Um dia quando voltava da escola foi atingida por um tiro à queima roupa na cabeça.
Malala fica em coma durante um tempo, mas sobrevive. Então ela contou sua história no livro "Eu sou Malala" que gerou grande repercussão e debateu sobre. Desde então Malala já ganhou vários prêmios e tem diversos livros escritos a seu respeito.
Malala fica em coma durante um tempo, mas sobrevive. Então ela contou sua história no livro "Eu sou Malala" que gerou grande repercussão e debateu sobre. Desde então Malala já ganhou vários prêmios e tem diversos livros escritos a seu respeito.
ONDE SE PASSA A HISTÓRIA
A história se passa no vale do Swat, que fica em um país bem distante chamado Paquistão. Tem campos verdejantes, cercados por grandes montanhas, que quando a neve cai, ficam completamente brancas, quase o ano todo. Quando é verão, o sol aquece os picos, a neve derrete e se junta aos rios do vale Swat, que desce serpenteando a serra. Ali entre a magnifica cordilheira do país vizinho, as águas cristalinas, viviam há mais de 2 mil anos, os pachtuns, como Malala.
As terras do vale Swat são belas e férteis, e por esse motivo, vários imperadores poderosos tentaram conquistá-las, mas todos diziam que era impossível vencer os bravou pachtuns. Eram ferozes como leões e protegiam o lugar onde viviam.
As terras do vale Swat são belas e férteis, e por esse motivo, vários imperadores poderosos tentaram conquistá-las, mas todos diziam que era impossível vencer os bravou pachtuns. Eram ferozes como leões e protegiam o lugar onde viviam.
RESUMO DO LIVRO MALALA
Malala nasceu no vale Swat, no Paquistão, ela era uma menina que queria muito estudar, mas onde ela morava era proibido e perigoso demais. Quando Malala tinha dez anos viu sua cidade ser dominada por um grupo extremista, chamado Talibã. Esse grupo que vigiava o vale do Sat noite e dia impôs várias regras, eles proibiram música, dança e baniram as mulheres das ruas e da escola, pois somente meninos podiam estudar.
Malala aprendeu a lutar pelo que acreditava e lutava por continuar estudando, chegou até a discursar sobre tirar sua educação e também criou um blog.
Nesse blog ela fazia posts que humanizavam a guerra. Todas ficaram conhecendo essa tragedia em Swat, através desse blog. O governo prometeu proteger as escolas e o exército enviou soldados para lutar contra os talibãs.
Todos ficaram felizes, até que de novo vieram as bombas. Malala e sua família e muitos outros moradores tiveram de partir de suas casas.
Depois de muito tempo o exército do Paquistão conseguiu expulsar os talibãs e eles voltaram para seus esconderijos nas montanhas. E finalmente as famílias voltaram, para um vale que não era o mais o mesmo, mas aos poucos a vida foi voltando ao normal.
Malala acabou ficando famosa com aquele blog, recebeu prêmios, inclusive o Prêmio Nobel da Paz. Ela tanto falou que para os Talibãs foi longe demais.
Depois de muitos dias, quando Malala voltava da escola de seu segundo dia das provas finais, foi baleada por um dos homens que a reconheceu, ela foi para o hospital deitando muitas preocupações, mas por fim Malala sobreviveu.
Malala aprendeu a lutar pelo que acreditava e lutava por continuar estudando, chegou até a discursar sobre tirar sua educação e também criou um blog.
Nesse blog ela fazia posts que humanizavam a guerra. Todas ficaram conhecendo essa tragedia em Swat, através desse blog. O governo prometeu proteger as escolas e o exército enviou soldados para lutar contra os talibãs.
Todos ficaram felizes, até que de novo vieram as bombas. Malala e sua família e muitos outros moradores tiveram de partir de suas casas.
Depois de muito tempo o exército do Paquistão conseguiu expulsar os talibãs e eles voltaram para seus esconderijos nas montanhas. E finalmente as famílias voltaram, para um vale que não era o mais o mesmo, mas aos poucos a vida foi voltando ao normal.
Malala acabou ficando famosa com aquele blog, recebeu prêmios, inclusive o Prêmio Nobel da Paz. Ela tanto falou que para os Talibãs foi longe demais.
Depois de muitos dias, quando Malala voltava da escola de seu segundo dia das provas finais, foi baleada por um dos homens que a reconheceu, ela foi para o hospital deitando muitas preocupações, mas por fim Malala sobreviveu.
BIOGRAFIA ADRIANA CARRANCA
Adriana Carranca é jornalista. Escreve principalmente sobre conflitos, tolerância religiosa e direitos humanos, com olhar especial sobre a condição das mulheres. É colunista dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo e repórter, além de colaborar com publicações internacionais. Suas reportagens foram publicadas por revistas como a americana Foreign Policy e a edição francesa da Slate, entre outras. Esteve na Síria e Iraque, para reportagem especial sobre a guerra e a crise dos refugiados. Antes disso, cobriu extensamente a guerra no Afeganistão e Paquistão, onde estava quando o líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, foi morto em uma operação dos EUA. Mergulhou no universo de países muçulmanos como Irã, Egito e Indonésia e nos territórios palestinos para reportagens especiais. Acompanhou de perto alguns dos conflitos mais sangrentos da África, como as guerras na República Democrática do Congo, Sudão do Sul e Uganda.
Foi correspondente na ONU, em Nova York. Em 2012, passou temporada como pesquisadora convidada do Instituto Reuters para Estudos do Jornalismo, na Universidade de Oxford. No ano seguinte, integrou o Projeto de Jornalismo Internacional, da Universidade Johns Hopkins, de Washington. Tem três livros-reportagens publicados: O Irã sob o chador (Ed. Globo), finalista do prêmio Jabuti; O Afeganistão depois do Talibã (Civilização Brasileira); e o infantil Malala, a menina que queria ir para a escola (Companhia das Letrinhas). É formada em jornalismo e tem mestrado em Políticas Sociais e Desenvolvimento pela London School of Economics (LSE), como bolsista Chevening.
Adriana também tem trabalhos nas áreas de fotografia e documentário. Co-dirigiu E Se For Menina?, filme-documentário sobre adolescentes envolvidas com o crime em São Paulo, personagens que acompanhou por sete anos. Sua exposição fotográfica “Outono em Cabul” circulou pelo Brasil. Uma das imagens foi escolhida pela ONU para integrar a campanha Humanizing Development.
Recebeu o Prêmio Esso, menção honrosa com a série de reportagem “Guerras da África”; o Prêmio Líbero Badaró, na categoria reportagem internacional, com “Sudão do Sul: a guerra esquecida”; novamente o Prêmio Líbero Badaró, grande prêmio, com a série “Coletânea da guerra no Afeganistão” e sete edições do prêmio Estado de Jornalismo.
Fonte: http://www.adrianacarranca.com/contato.html
Foi correspondente na ONU, em Nova York. Em 2012, passou temporada como pesquisadora convidada do Instituto Reuters para Estudos do Jornalismo, na Universidade de Oxford. No ano seguinte, integrou o Projeto de Jornalismo Internacional, da Universidade Johns Hopkins, de Washington. Tem três livros-reportagens publicados: O Irã sob o chador (Ed. Globo), finalista do prêmio Jabuti; O Afeganistão depois do Talibã (Civilização Brasileira); e o infantil Malala, a menina que queria ir para a escola (Companhia das Letrinhas). É formada em jornalismo e tem mestrado em Políticas Sociais e Desenvolvimento pela London School of Economics (LSE), como bolsista Chevening.
Adriana também tem trabalhos nas áreas de fotografia e documentário. Co-dirigiu E Se For Menina?, filme-documentário sobre adolescentes envolvidas com o crime em São Paulo, personagens que acompanhou por sete anos. Sua exposição fotográfica “Outono em Cabul” circulou pelo Brasil. Uma das imagens foi escolhida pela ONU para integrar a campanha Humanizing Development.
Recebeu o Prêmio Esso, menção honrosa com a série de reportagem “Guerras da África”; o Prêmio Líbero Badaró, na categoria reportagem internacional, com “Sudão do Sul: a guerra esquecida”; novamente o Prêmio Líbero Badaró, grande prêmio, com a série “Coletânea da guerra no Afeganistão” e sete edições do prêmio Estado de Jornalismo.
Fonte: http://www.adrianacarranca.com/contato.html
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